manifesto

eis aqui uma tímida ode aos tempos em que se acreditava que a internet podia se sustentar apenas por palavras. um paliativo às injeções recorrentes de dopamina administradas com intervalos cada vez mais curtos diretamente em seu globo ocular. um refúgio onde o pedantismo moderado pode ter o seu espaço. um laboratório onde rigor científico pode se sentir desprezado. uma encruzilhada onde a lealdade aos próprios posicionamentos deve ser provocada.

que este gesto sirva de resposta ao desconhecido sem rosto que afirmou que, antes de morrer, era preciso ter uma árvore, plantar um livro e escrever um filho.